Sua Conta Bancária Também Faz Terapia? | Me Percebi
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Sua Conta Bancária Também Faz Terapia?

Seu saldo negativo pode ser reflexo de traumas financeiros da infância. Descubra como suas emoções controlam seu dinheiro e como curar a alma para curar o bolso.

Sua Conta Bancária Também Faz Terapia?

Por que o saldo negativo, às vezes, é só uma saudade mal resolvida.

Senta aqui, pega seu café (ou um chá de camomila, dependendo de como fechou a fatura do cartão).

Vamos conversar sério, mas sem franzir a testa.

Você já parou para pensar que o seu dinheiro se comporta exatamente como aquele seu ex que você jura que superou?

Ele some sem avisar, aparece quando você menos espera e, na maioria das vezes, te deixa com uma sensação estranha de “onde foi que eu errei?”.

Pois bem, me deparei com uns insights do Tiago Brunet no livro Dinheiro é Emocional e, meus amigos, me percebi total.

A gente acha que falta dinheiro porque a economia está ruim (e olha, ela não ajuda mesmo), mas a verdade é que, muitas vezes, o buraco no bolso é reflexo de um buraco no peito.

Até as tendências de mercado já captaram esse clima. Dados recentes mostram que 77% das pessoas sentem que as notícias econômicas impactam diretamente suas decisões de compra, nos tornando muito mais seletivos e “escolhedores” sobre onde colocamos nossa energia (e nosso dinheiro) ou seja, a ansiedade coletiva está nos fazendo segurar a carteira, mas será que estamos segurando pelos motivos certos?

O “Divertida Mente” da sua Carteira Segundo Brunet, a gente cria um “modelo mental” sobre dinheiro lá na infância. Sabe aquela vez que você quis um tênis de luzinha e ouviu um “na volta a gente compra”?

Então, isso pode ter criado uma janela traumática.

Hoje, adulto e vacinado (eu espero), você pode estar operando em três modos que são pura psicanálise de boteco:

O Compensador Emocional

Você teve um dia péssimo no trabalho, seu chefe foi um ogro, e sua criança interior grita: “Eu mereço esse delivery de R$ 150 numa terça feira!”. Você não está comprando sushi, está comprando consolo. O dinheiro tenta tapar um buraco que, spoiler, não tem fundo.

O Prisioneiro do Passado

Lembra do tênis de luzinha? Agora você compra três pares de sapatos por mês. Não porque precisa, mas para provar para aquele “eu” de 8 anos que agora você pode. É uma vingança contra a escassez do passado, financiada em 12x sem juros.

O Buscador de Aplausos

Esse é clássico. O dinheiro vira um “Senhor” em vez de um “Servo”. A gente gasta o que não tem, para comprar o que não precisa, para impressionar gente que a gente nem gosta (ou que nem repara na gente).

O Ego faz a dívida, o Inconsciente manda o boleto.

E como a gente sai desse ciclo de “ganha, gasta, chora”?

A cura não está (só) na planilha de Excel, mas em reescrever esse roteiro interno. Aqui vai um “receituário” terapêutico e financeiro para a gente colar na geladeira:

Cure a Alma para Curar o Bolso

A prosperidade externa é espelho da interna. Se você está um caos por dentro, sua conta vai ser um caos por fora. Inteligência emocional é o novo bitcoin.

Dê Nome aos Bois (ou aos Gastos)

Dinheiro sem destino se perde no caminho. Deus (ou o Universo, como preferir) patrocina projetos, não caprichos aleatórios. Tenha um sonho claro. Quer viajar? Quer estudar? Dê um propósito para cada centavo, senão eles fogem para a terra do “eu mereço”.

Gratidão não é #Hashtag

Estrategicamente, ser grato pelo que se tem hoje treina seu cérebro para administrar o “muito” amanhã. Se você não é feliz com o pouco, não vai ser feliz com o muito. O desfrute tem que acontecer no agora, não só lá no “quando eu ficar rico”.

Generosidade é Poder

Quando você doa, você diz para o seu cérebro: “Eu tenho o suficiente. Eu não sou escravo disso”. A generosidade quebra a escassez e alimenta aquela parte espiritual que cartão black nenhum preenche.

Resumo da Ópera

Não adianta culpar a inflação se o rombo é emocional. O sucesso financeiro é, antes de tudo, uma faxina interna.

Então, da próxima vez que for passar o cartão, faça a pergunta de um milhão de dólares: “Quem está comprando isso? A minha necessidade adulta ou a minha carência infantil?”

Às vezes, a gente só queria um abraço, mas acabou comprando uma blusinha. E tudo bem, desde que a gente se perceba e aprenda a se abraçar de graça também.


Seu saldo bancário está negativo? Talvez não seja só falta de dinheiro. Talvez seja falta de abraço.

Se este texto fez você olhar para o extrato com outros olhos, imagine o que um livro inteiro sobre isso pode fazer. Quando você olha o extrato e sente aquele aperto no peito, pode ser que não seja só a dívida te sufocando. É aquela criança que um dia ouviu “não temos dinheiro pra isso” e decidiu, no silêncio, que quando crescesse, nunca mais ia se privar de nada.

O problema? Ela cresceu. Ganhou um cartão de crédito. E agora está compensando 20 anos de “não” com parcelamentos intermináveis.

Tiago Brunet escreveu o manual de instruções que você precisava para entender por que você sabota suas finanças. E não, não é mais uma planilha do Excel. É terapia impressa.

O livro que vai te fazer olhar para o dinheiro (e para você) de outro jeito

  1. Dinheiro é Emocional

    Dinheiro é Emocional

    Tiago Brunet

    Tiago Brunet vai direto ao ponto que ninguém fala: seu problema com dinheiro não está na planilha, está no espelho. Ele desvenda como traumas de infância, crenças limitantes e comportamentos inconscientes sabotam sua vida financeira. Este livro é terapia, é coaching e é aquele tapa na cara (com afeto) que você precisava para entender que prosperar é curar.

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Próximo passo

Se você quiser transformar essas leituras em mudanças práticas (com mais presença e menos autocobrança), a terapia pode ser um espaço seguro para entender padrões, fortalecer limites e construir constância. Agende sua sessão.

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